Livre aos seus 50

Matéria publicada em 24/05/2011 – Fonte: Aldiatx

Para Daniela Romo o importante é não esconder nada, nem mesmo o passar do tempo, assim são 50 anos de idade. Também não a preocupa as aparências, mas a satisfação, que é exatamente o que celebra nesses dias, que chegou as cinco décadas de vida.

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“Quando eu morrer, será visto o que vivi, aproveitei e chorei. O único que me preocupa é ter sido um bom ser humano, que era uma atriz casualmente, que cantava casualmente e escrevia casualmente”, considera.

Daniela decidiu permanecer intacta fisicamente, sem nenhuma cirurgia que corrija ou tente deter os anos. “Me conservo natural. Nunca tirei as sobrancelhas, nem as do meio. Nunca me faço nada, nem farei nada; assim me sinto bem, livre. Quero ser eu. Meu rosto e meu corpo são a minha geografia e o meu mapa pela vida”.

Nem seus cabelos longos, que por anos tem sido referência, foi planejado com fins estéticos, mas por mera coincidência, ao passar do tempo, se foi convertendo em um amuleto, do qual não pensa em desprender-se. “Nunca quis ter cabelos longos, nem havia me dado conta, e logo se transformou em um fetiche, e agora já é meu fetiche. Não sou modelo. Tenho mudado de look quando um personagem exige, mas o meu, não.”

Para sentir-se plena não precisou se casar e nem ter filhos, porém esses motivos não a fazem sentir-se vazia.“Lembro-me que desde criança pensava, mas não como as minhas primas e amigas, que seu ideal na vida era casar-se e ter filhos. Agora dou graças a Deus de que não os tive, porque os filhos não são uma extensão”.

“Sei de que tenho todas às referencias que é necessário na vida: meus amigos, minha mãe, meus sobrinhos. Não tenho a responsabilidade direta. Talvez existam mulheres que não sejam modelo para serem mães.” Suas decisões têm sido sempre tão fortes, não só pessoalmente, mas também profissionalmente. Na verdade escolheu a carreira da atuação mesmo contra a vontade de sua família.

“Minha avó nunca concordou. Dizia que em sua família não teria “Saltimbancos” (artistas), mas eu nasci com esta vocação”, assegura. “Nunca fui do contra. Também era tão obvio, como uma criança de quatro anos que sentou-se ao piano e tocou-o sozinha: aliás, era tímida, e no fundo continuo sendo. Sei que a aparente extroversão é uma defesa, porque sou uma pessoa vulnerável e não gosto de mostrar-me assim”. Admite

A dedicação e perseverança a levaram a iniciar aos onze anos, no teatro musical com a obra “Contigo, Pan y Cebolla”. Durante oito anos, desfrutou dos quadros até decidir estender o seu campo de batalha na Televisa. Seu primeiro projeto: “Ardente Secreto”.

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