Sem medo do Ridículo

Revista Ritmo, 1988

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Não me arrependo pelas coisas desagradáveis que vivi no início da minha carreira; as tomo como uma experiencia, que me serviu para chegar essa maturidade que todos os seres humanos desejam, não apenas como profissional, mas também como pessoa.

Não estou de acordo com aqueles artistas que vendem uma imagem falsa para as pessoas; se rodeiam de luxos, de excessos para alimentar o seu ego, sua vaidade, mas não tem a sensibilidade de pensar o que podem fazer pelas pessoas. A carreira, o sucesso e a fama os envolve de egoismo; se fecham no seu mundo e creem que podem ter tudo. Muitos se esquecem que esta carreira é fugaz…Algumas vezes está em alta e outras em baixa.

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