Mujer de todos, mujer de nadie

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Ausências, presenças, encontros, momentos, ciclos que se abrem e fecham, lembranças e desafios, sonhos, realidades, fixações, ansiedades, discussões, resultados… Quantos adjetivos e palavras terei que empregar para descrever o amor a partir de minha solidão, a paixão, a energia, que existem por trás de um trabalho. As sensações que com o tempo vão nos deixando marcas, carícias ou cicatrizes. Os detalhes que me motivam a crescer diante de mim, diante de você, diante deles, diante de todos vocês. A paixão e essa inevitável poligamia, essa necessidade de me envolver que dá um sentido a tudo, e do qual nasce a síndrome de permanência. Em minha música sou de todos, em meu silêncio, de ninguém, e apesar de amá-los, talvez a ânsia de liberdade me faça sentir que sou Mulher de Todos, Mulher de ninguém.

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1. De mi enamórate Juan Gabriel
2. Veneno para dos José Ramón Flores / Difelisatti
3. No, no le creas Daniela Romo / Difelisatti
4. Coco loco Daniela Romo / Difelisatti
5. Me alimento de ti (a dueto con Mijares) Gonzalo Benavides
6. Ayer pensé Daniela Romo / Divaona
7. Confesiones José Ramón Flores / Difelisatti
8. Adelante corazón Daniela Romo / Difelisatti
9. La batalla del amor Luis Carlos Esteban
10. Mujer de todos, mujer de nadie Gastaldo / José Ramón Flores / Difelisatti
11. Bastará Daniela Romo / Difelisatti
12. El mundo acabará Daniela Romo / Gastaldo / Difelisatti

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Apaixonei-me irremediavelmente por todos vocês. Nesse reencontro com a moto do Boli, a seriedade de Alberto, de ser a grande back vocal de Peter, do sanduíche do Miguel, do meteoro de Chuchu, dos programas de Luís Carlos, dos arranjos de Loris, do sorriso de Gluck e a timidez de José Ramón, o prazer de recomeçar com Luís e Oscar. Ah! E claro, de todos os que estando perto de nós nos fazem sorrir! Obrigada sempre. Amor de sempre!

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